Yo niggaz, voltei.

Fiquei feliz com um comentário recebido no post sobre biomímica. Ainda existe gente na net que comenta em blogues! Doideira, né?

Então é isso. Vou aproveitar esse espaço pra comentar o que eu ler, ouvir e assistir por aí. Até que outro hiato ocorra, naturalmente.

Estamos hospedados em http://www.cajueiro.org/blog

Não haverá mais atualizações aqui. =D

Tinha uns 13 anos em 2002. Começava a crescer meu interesse pelo futebol. Jogava bola exaustivamente há anos, mas foi nessa época que passei a também apreciar as partidas transmitidas pela tevê, que nunca tivera paciência para aturar quando mais novo. A seleção brasileira foi pentacampeã naquele ano, e eu assisti a íntegra de quase todos os jogos da canarinho naquela copa.

Vi Ronaldinho Gaúcho acabar com a Inglaterra num segundo tempo, virando a partida e nos classificando para a fase seguinte. Ele viria a ser meu maior ídolo no futebol, anos depois. Também vi Ronaldo Fenômeno, com seu penteado escroto, acabar com Oliver “Genghis” Khan na final; me lembro que apesar disso elegeram este goleiro como o melhor jogador da copa. Piada?

Também vi Denílson! Entrava no segundo tempo, pegava a bola e saía fugindo de hordas de jogadores turcos, tal qual um templário sozinho numa cruzada ou a galinha do filme Cidade de Deus. Mas quem eu também vi naquela copa e só dei atenção recentemente foi Rivaldo. Em seu livro de crônicas sobre futebol, Eduardo Galeano destacou a pintura que os Rs do Brasil jogaram na fase final do torneio. Ronaldo, Ronaldinho, Rivaldo e Roberto Carlos.

Enfim, vamos ao Rivaldo:

Tem lugar (um banco vermelho e branco, cujo nome tem 3 sílabas e se diz “completo”, por exemplo) onde tatuado não entra até hoje. =o

Ah, se soubessem que eu não uso tatuagem ou brinco, mas sou um pirata inescrupuloso. =ooo

Cabei de ver um vídeo (já antigo) do (sempre ótimo) Elúsion Pédion, sobre biomímica. Prometo parar de abusar dos parênteses no meio das postagens, deve ser chato ler textos assim. Aliás, já que ninguém vai ler isso aqui mesmo, vou abusar dos parênteses.

Voltando à biomímica: É o conceito de imitar o que a natureza faz. Aproveitar aquilo que podemos aprender a partir do que existe na natureza para aperfeiçoar ou viabilizar inovações, em toda área do conhecimento onde se possa inovar. Imitar algo que a natureza faz soa como uma ideia sensata. Você estará copiando as ideias que fazem o sucesso das espécies onde essas ideias se encontram. Se a ideia copiada fosse ruim, provavelmente a espécie estaria extinta (lol). Confira o vídeo (17 minutos, começa chato mas depois melhora) no link abaixo, já que eu não posso (ainda) colocá-lo no blog (o wordpress não deixa):

http://dotsub.com/view/1999ef2d-655a-4c44-a06a-342b1844a045

Na informática, esse conceito (ou coisa semelhante a ele) é aplicado quando se fala em algoritmos genéticos, redes neurais etc. Enfim, descobri um conceito que engloba parte significativa do que eu estudei referente a IA (inteligência artificial) na faculdade. Cool! =D

Ah, tão criando um banco de ideias ‘chupadas’ da natureza para quem quiser usar: http://asknature.org/browse .

17 minutos. Não sei se é documentário, curta-metragem ou ambos. Aliás, classificar filme nunca foi o meu forte, acho que a única classificação que eu uso diariamente para os filmes que eu vejo é o tempo de duração.

A obra fala das concessões de rádio e TV aqui no Brasil. História antiga, mas tem gente que não conhece. Depois de ver o barato, recomendo que você, amigo nerd, dê uma passada na página Donos da mídia. =]

http://www.viddler.com/explore/senzalamundi/videos/60/

Acabei de zerar o Dirt 2. Jogaaaço!

Fabricante: Codemasters. Quem já jogou algum jogo de carro dessa empresa, já sabe o que esperar. Já tive o prazer de zerar Toca Race Driver 3, Colin Mcrae: Dirt e GRID, todos dessa empresa. Produzem jogos com características um pouco distantes dos jogos tipo arcade (Need for Speed, midnight club etc), mais realistas, mas que em geral não são chatos nem muito difíceis de se aprender a jogar.

Dirt 2: Este é um título de rally. A empresa já fez muitos desses jogos, que eram batizados como “Colin Mcrae Rally 2005”, por exemplo, sempre em homenagem ao piloto escocês. Ele morreu em 2007, então a franquia mudou de nome. Tanto no primeiro Dirt quanto nesse Dirt 2 há homenagens ao tal Colin Mcrae, que deve ter sido um puta piloto, tendo por base os vídeos dele no jogo e meu conhecimento absolutamente nulo a respeito do mundo do rally.

Eu gostei pra caralho desse jogo. Com a minha placa de vídeo nova, os gráficos ficaram de tirar o fôlego. Você corre em pistas espalhadas por todo o planeta (senti falta de pistas com neve, mas beleza), em diferentes modalidades. Tem rallycross, rally clássico, corridas com bajas, corridas com picapes, outras modalidades que eu não vou citar aqui, além de “trailblazer”, minha favorita, onde as pistas são grandes retas com poucas curvas, e vc tem que manter o teu carro voando baixo, sem capotar nem decolar.

Dirt 2 foi lançado no fim de 2009, ainda tá frequinho. Pra quem tá procurando um bom jogo de carro, este e´o melhor que eu joguei desde… Desde Dirt 1! =D

Enfim. O ISO do jogo pesa uns 6 ou 7 GB. Você encontra ele com facilidade no IsoHunt, no PirateBay ou, claro, no TorrentZ.

Obs.: O Dirt 1 tem uma pista lendária que esse Dirt 2 não tem, chamada Pikes Peak. Trata-se da cereja do bolo em qualquer jogo de rally. Mas tudo bem, a codemasters está perdoada. =D