Eu, o xará, o França, o Rodrigo e mais uma galera do “partido pirata” fizemos um modelo de convite para a nossa próxima reunião, que ocorrerá na noite do próximo domingo, dia 13. Confiram:

Somos um movimento que visa criar um partido para garantir direito à
privacidade e à liberdade de expressão, reformar os direitos autorais e
das patentes, garantindo acesso à cultura para todos.

Vamos promover uma reunião online neste domingo (dia 13 de
julho, às 20 horas, no nosso canal de IRC) para discutir a temática e,
principalmente, definir tarefas e usuários para construir propostas e
campos de ação. Para acompanhar a reunião, você pode usar qualquer
cliente IRC (como o XChat – http://www.xchat.org), o Chatzilla (extensão para o Firefox – https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/16) ou a nossa página mesmo (http://embed.mibbit.com/?server=irc.piratpartiet.se&channel=%23ppbr).

Servidor: irc.piratpartiet.se
Canal: #ppbr

(Basta escolher um “nickname”, ou apelido, e clicar em login).

Também devemos definir uma posição frente a possível aprovação
da lei Azeredo no Senado, bem como nossa postura frente a algumas
empresas privadas que adotam a censura e controle de informações como
um produto.

Contamos com a presença de todos!

Muito obrigado e…

PASSE PARA A FRENTE!

http://www.partido-pirata.org

Editado em 16 de julho de 2008:
Galera, as reuniões continuam ocorrendo, todos os domingos, às 20 horas. Todos são bem-vindos. :D

L.O.L.

Saiu da Agência (capenga) Reuters, passou pelo (este sim, muito bom) The Inquirer, e chegou aqui no Cabrunco: a indústria de entreteinimento inglesa lançou, ao custo de 3 milhões de alguma moeda valorizada (euros ou libras) sua nova arma para combater a crescente pirataria digital que ocorre nas terras da rainha.

Trata-se de… um comercial. Ruim. HAhahahaha

Claro, isso é o que o “inocentíssimo” pessoal do The inquirer diz, ainda não assisti à propaganda. Mas pareceu uma besteirada mesmo. Os anúncios tiram onda com Nigel, um nérdico funcionário de escritório que baixa filmes em seu notebook, e é chacoteado por amigos. Uau, isso realmente vai assustar todos os jovens britânicos. -.-

Confira:

THE LATEST ATTEMPT at anti piracy scaremongering by the British entertainment industry consists of a stingy office worker called Nigel who downloads films illegally to his laptop.

Yes, this is how the Industry Trust for Intellectual Property Awareness reckons it can persuade people to buy DVDs in expensive, over-packaged box sets, instead of quickly and easily downloading them; by comparing anyone who downloads films to your average office worker. Sounds like a solid plan to us.

Yeah, REALLY solid. Fonte. Agora sim, vou parar de baixar filmes.

Saiu há mais de uma semana, tranquilamente. Eu não postei porque tava vagabundando por aí, coisa e tal. Enfim, eu não sei se já falei por aqui do filme “Steal this film”, produzido no ano passado (ou seria 2006?), e que prometia continuação. É um filme feito por piratas, que mostra o avanço da pirataria, a chegada do compartilhamento de arquivos aos noticiários etc.

Pois bem, agora saiu a segunda parte do barato – já legendado para português por um cara do MakingOff – e você está perdendo tempo, se lê isso antes de começar a puxar o filme. Essa continuação foi produzida de maneira colaborativa (sim, wiki em vez de prancheta) e reafirma, entre “otras cositas”, a inevitabilidade da livre difusão da informação, nessa rede mundial. A própria perseguição aos piratas está tornando a pirataria ainda mais sofisticada e blindada (descentralização, obfuscação…). Clique na imagem para ir ao site oficial do filme. A legenda em português (funcionando para o Xvid de ~700MB) você baixa aqui. ;D

A senhorita Thomas tem 30 anos, é mãe solteira, e mora no Minessota. E é a primeira pessoa a ser processada nos EUA por download ilegal de músicas, por redes P2P. Claro, ela não é a primeira pessoa que os tentáculos da RIAA consegue capturar: os palhaços da indústria fonográfica são burros, mas não tanto assim.

Acontece que de todos os outros (milhares de) casos já noticiados por aí, nenhum tinha chegado até a justiça; as pessoas acabam fazendo um acordão com os engravatados, pagam uma multa (absurda), e fica tudo tranquilo. Essa tia aí, por outro lado, falou que preferia pagar uns 60 mil dólares pro advogado do que ficar sendo intimidada pelas gravatinhas da RIAA. E ganhou fama, porque foi a primeira a chegar até a justiça, coisa e tal. =D

O advogado dela alega que ninguém pode provar se ela baixou os baratos ou não, ele diz que algum outro pirata poderia ter usado o IP dela, por meios escusos. (com S ou com X? )

Pois então, eu acho que a tia não vai escapar não: o desdrobo (ou “caô”, para não sergipanos) é muito feio, sem levar em conta a safadeza generalizada que é a justiça estadunidense, quando se fala em processos que envolvem grandes corporações.

Fonte: Le Monde. ;D

Saiu agora no About the Scene:

Piratas estadunidenses do grupo Maven foram presos enquanto tentavam filmar o Homem Aranha 3. O estranho é que Homem Aranha 3 é um filme já bastante antigo. Então provavelmente os caras foram presos há um tempão, e sabe-se lá porquê a notícia só fui publicada num blog como o About the Scene agora.

Isso tem um cheiro danado de mentira, fico aguardando o desfecho dos fatos.

Agora, o cara nos EUA ir em cinema com câmera, ainda mais sendo de um grupo grande e conhecido, seria realmente vacilo. Dá pra fazer isso sossegado em outras regiões do mundo; vacilar na terra da RIAA é que não dá.