Se fuderam! (eterna dúvida: escrevo foderam, pra ficar certo, ou fuderam, pra ficar legal?)

Voltei. Passei o último mês jogando, vendo Arquivo X e… é isso. Preciso ver só a nona e última temporada de Arquivo X, depois estarei (infelizmente) “livre” da série.

Sobre os jogos:

1- Need For Speed Pro Street é chatinho. Não consegui zerar, sempre fico enjoado do jogo quando chega mais ou menos na metade. Tentaram fazer a jogabilidade mais real, ficou algo estranho, complicadinho de dirigir, mas não ficou real. Não sei se foi isso que me fez desgostar do barato, ou se foi o tédio. Ou talvez tenha sido o fato de o RX7 ser fraquinho no jogo.

2- Colin McRae: DiRT é foda. Bom mesmo. O primeiro jogo de rally que eu zerei. Boa diversidade, gráficos sensacionais, ritmo legal. Não é curto demais, nem longo o suficiente pra enjoar.

3- GTA San Andreas ainda é demais, mesmo quando você o joga pela terceira vez. Quando joguei GTASA pela segunda vez, encontrei lugares que eu não tinha visto, músicas da rádio que eu não tinha ouvido, piadas que eu tinha perdido. Estou no meio da terceira “zerada”, e novamente há lugares divertidos que eu não conhecia ainda, há muitos comerciais nas rádios que eu tinha perdido, e por aí vai. Esse lance das rádios do GTA é interessante: não ponha MP3 na pasta do jogo para ouvi-las quando entra num veículo! As rádios do jogo são muito legais. A melhor é a Radio X, claro.

Agora, seção (ou sessão?) fofoca-pirata: O Google queria dar uma de espertão no lançamento do Chrome. Botaram no contrato de licença que absolutamente tudo que for submetido por meio do navegador é de direito deles. Mas alguém leu o barato, e o grande G voltou atrás, claro. Fonte.

Peguei a notícia no Dicas-L:

Colaboração: Cesar Onofre Kawase
A próxima versão do Firefox/Mozilla (versão 3) esta perto de ser lançada. A novidade é um formulário de proteção contra malware no qual a URL digitada é verificada com base em uma lista de sites cadastrados. Outra coisa bastante interessante é que a URL digitada pelo usuário, vai direto para o banco de dados do Google, que com isso poderá saber quais os sites mais acessados do mundo, facilitando a medição destes acessos. Em suma, se os usuários permitirem este novo “recurso”, eles vão ter um proteção maior contra os “malware”, e o Google vai ter informações mais precisas sobre os sites mais populares da internet.
 

Como paranóico e teórico da conspiração de plantão, tenho que  questionar: o Google não quer saber demais não? A empresa armazena meus emails, minhas buscas, fica zanzando pelo espaço para tirar fotos de satélites, e agora vai guardar todos os URLs que eu digitar?

Tá, é uma função opcional, é só para incrementar estatísticas, para ajudar (mais) os negócios publicitários do google etc. Mas eu fico encucado com esse “log” todo.