Filme de Ingmar Bergman,Persona é um retrato vivo da despersonalização do indivíduo.O nome já é um prenuncio:Persona na psicologia Analítica(e as loucuras junguianas) é conhecido como a função relacional do homem,ou seja,aderimo-nos a determinados valores socias graça a essa coisa…Bem,Elizabeth Vogler,uma atriz famosa no filme,entra em um profundo silêncio e é internada apesar de todos os exames mostrarem uma perfeita saúde.Alma,uma noviça enfermeira do hospital,é quem tem a responsabilidade de cuidar da paciente e são enviados a uma “casa de praia”,é alguma porra muito parecida bicho,para melhorar o tratamento.Então,inicia-se uma afinidade entre as duas.Alma,uma pessoa aparentemente bem com sua vida,mostra as suas indecisões sobre o caminho de sua vida e individuação.Segredos são soltos e a união entre as duas manifesta-se em uma vontade de “fusão”,um restabelecimento do estado simbiótico originário que,podemos falar,é definido como um retorno à condição indiferenciada vivida pela criança dentro da mãe,essa condição indeferencidada  pode ser chamada de condição fusional.As duas.,em espécie de imagem onírica,entrelaçam-se como se fossem tornar-se uma só,ou,indo um pouco ao passado,como os homens e as mulheres que,sendo separados por Zeus de seu estado andrógido,abraçavam-se e morriam de fome e ficavam em inércia..Pois não queria fazer nada sem ser juntos.Vemos Alma associar a personalidade da atriz.Percebemos a dialética da Traição em movimento.Signos e Símbolos no começo que remetem a estória,poderia escrever até história pela realidade das coisas.Vejam por vocês mesmos ok?Caso conte mais estraga! :P

http://www.4shared.com/file/54296892/b939bf79/PersonaIngmarBergmanDVDRipXviDMakingOffOrg.html

Não bastava a péssima atuação do segundo…eles logo teriam  que fazer um terceiro e,particularmente,tenho uma rápida impressão que este filme será uma merda..sem enrolação.Pois bem,lendo algumas notícias na net li que o efeito borboleta terá sua continuação produzida pelo studio After Dark Films( e sinceramente desconheço a procedência desse citado).Pelo visto,cometeram o mesmo erro:A estória está presa ao mesmo tema de todos os “E.F.B”,um casal que se ama e o homem que viaja no tempo para salvar a sua amada.Ridículo.O filme poderia ter direcionado o enredo para qualquer outra coisa,qualquer estória que conta-se sobre algo relativo aos “E.F.B” e não simplesmente uma cópia..Para mim,seria muito  interessante assisti-lo pensando em algo e,com espanto,observar um tema que ninguém esperava;ver que se não fosse pelo nome e algumas conexões nem reconheceria como um E.F.B.Não há previsões de datas…Devemos ser Positivistas??

Assisti Obrigado por fumar agorinha, acho que me decepcionei um pouco. O título do filme é irado, as sinopses são muito boas, não vi comentários (muito) depreciativos, e eu tinha visto um cara (no MakingOff) dizendo que o barato era da mesma safra e do mesmo estilo de A corporação, então eu endoidei.

É um filme legal, não fica monótono, não é comprido, mas não traz grandes novidades, não que eu tenha notado. Acho que torci um bocado para que mais do (pérfido) mundo do lobby fosse mostrado; nesse aspecto o filme ficou bastante focado no ramo do protagonista e, ao contrário do A corporação,  não expandiu a visão a tudo que é segmento produtivo da sociedade. Fica aí minha recomendação: assista o barato, já é bem melhor que a maioria dos títulos exibidos pela Globo. Não falo da TV em geral porque dia desses me deu insônia e eu achei um tal de Doonie Darko na madruga do SBT, e o filme era – facinho – melhor que muita coisa boa que eu baixo por aí. =D

Os links estão espalhados por aí, não acho que você precisa deles aqui na postagem, certo? (Isso mesmo, estou com preguiça. Vá no torrentz, no makingoff, no piratebay, em qualquer lugar você encontra o barato)

A qualidade deve ser fraquinha, filmaram o barato com câmera, hehehehe. Assisti esse filme no cinema, essa semana tô indo de novo no cinema ver, ficou massa demais. E vou baixar por aqui, claro.

O arquivo foi lançado (no cpturbo), creio que com exclusividade, pelo ilustre senhor nsiervi, aquele que lançou nada menos que Tropa de Elite. Queria agradecer aqui, em nome dos admiradores do cinema nacional, ao nsiervi e a todos que ajudam a semear filmes daqui. E falar que dá pena de quem é vampiro de torrent e mula, claro. =D

Vamos ao ponto?

Download via Emule

Download via torrent: 4shared | zshare

Assistiu? Pois deveria.

Primeiro filme nacional que eu vi nesse ano, é assistir e pensar “pô, o ano começou muito bem pro cinema”. Com Selton Melo à frente do elenco, o filme vai desenrolando a vida do jovem carioca de classe média (alta) João Guilherme Estrela, que traficou drogas até ser preso, depois foi solto e virou produtor musical/compositor.

E não venha reclamar “lamps viado contou o final”, porque o barato é baseado em fatos reais: você acabaria conhecendo esses detalhes do enredo na próxima sinopse ou comentário relativo ao filme. =D

Link pra baixar? (Calma aí pessoal, depois de Tropa de Elite parece que o pessoal tá de orelha em pé, nada vazou até o momento. Não que eu saiba… Então aproveite pra ver no cinema, eu fui ontem e planejo ir novamente; meu lcd 15″ não é telão, meus fones de ouvidos não têm mais de 2 canais.)

Mimimimi, não vazou é o caralho! O Nsiervi postou no cpturbo, eu coloquei aqui em outra postagem: clique pra conferir.

E um viva pro safado do Kaworu, que abriu um blog e me animou a suspender (até quando? ) minhas férias de blogagem.

O povo do UOL foi atrás do Wagner Moura, que deve estar trabalhando pra divulgar o filme do Padilha, que estréia amanhã nos cinemas (aqui em casa já estreou em agosto, mas esse FDS vou no cine conferir o filme no telão).

Na entrevista ele respondeu ao podcast do Diogo Mainardi, que eu (óbvio) não ouvi. Diz-se que o Diogo chamou nosso amado ator de fascista, a produção toda de fascista, que o cinema brasileiro não deveria existir, e sei lá mais o que aquele filho da puta inventou. Wagner falou ainda de pirataria ( \m/ ), repressão e drogas. Pirataria em relação ao vazamento do longa-metragem, e os dois últimos temas referentes ao conteúdo do tal filme.


UOL – Há notícias de que um boneco do Bope estaria sendo vendido por camelôs no Rio, como reflexo do sucesso da versão pirata de “Tropa de Elite”. Vários blogs exaltam o pensamento do capitão Nascimento. Como você vê essa glorificação dos personagens do filme?

Wagner Moura – Nós não fizemos um filme de heróis. Para mim, “Tropa” é uma tragédia. O capitão Nascimento é um homem dividido, cheio de conflitos. Mas tem muita gente que acha que a tolerância zero é a solução para o problema da violência e enxerga no personagem um representante dessa idéia. Essa não é a minha visão, mas pode ser a de alguém que assiste ao filme. Só que eu não sou responsável pela opinião desse cara. Nós apenas tentamos mostrar a realidade da violência pelo olhar do policial. Conheci oficiais do Bope que são íntegros e acham que a solução para a violência é subir o morro e matar os vagabundos. É um ponto de vista de alguém que enfrenta aquela guerra. Eu não concordo. Mas nem por isso acho que essas pessoas não devam ser ouvidas. A mentalidade delas é um produto da situação em que vivem diariamente. No caso do documentário “Ônibus 174″, eu também não concordo com o sequestrador, acho que o Sandro tinha que ser preso. Mas o filme queria mostrar como aquele garoto tinha sido transformado pela realidade. O “Tropa” faz o mesmo com a figura do policial.

Veja a entrevista completa aqui.