Ri sozinho lendo isso, tô aqui no estágio, e os vizinhos têm cada vez mais certeza que eu sou louco. Direto do blog do Nassif, um bom causo do nosso governo:
Hoje de manhã, conversava com um grande advogado carioca, desses que viveram a história do Brasil dos anos 50 para cá.
Contava que descobri um documento histórico, confidencial, de 1952, com o relatório de um químico americano contratado pelo governo brasileiro para ensinar o país a produzir energia nuclear. É fruto das andanças do Almirante Álvaro Alberto pelos EUA.
O acordo é municiosíssimo. Ensina quais as matérias primas necessárias, quais as áreas científicas que devem ser mobilizadas, mapeia os insumos e as instituições de pesquisa da época, ensina como deverão trabalhar.
Termino de contar a história, o advogado me pergunta o nome do químico. Não me lembrava de cabeça e o documento está em outro note.
Acontece que, naqueles anos 50, seu escritório foi procurado por um químico norte-americano desarvorado com o Brasil. Dizia ter sido contratado pelo governo brasileiro para preparar o plano de produção de energia nuclear no país. Depois, mudou o governo e ele não conseguia uma alma santa que lhe pagasse pelos estudos.
Como o plano era secreto, mudou o governo e secreto continuou.