E eu não estou puto com isso. Não é um milagre? É o que está parecendo mesmo. A notícia vem da Folha, com escala no ótimo Jornal da Ciência. Um centro de pesquisa fodônico dos EUA escolheu um projeto daqui do país, para mapear, distrinchar e mastigar o código genético de Eucalipto. Veja o texto abaixo, retirado da edição diária do Jornal:
Em três anos, o mundo conhecerá todo o livro genético do eucalipto, planta que ganha cada vez mais importância por causa de sua utilidade energética. A iniciativa, além do Brasil, conta com grupos da África do Sul e da Austrália. “O interessante é que o exemplar da planta escolhido para o seqüenciamento é de São Paulo, da Companhia Suzano de Papel e Celulose”, disse à Folha o pesquisador Dario Grattapaglia, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia,o líder do projeto de pesquisa pelo lado do Brasil. O eucalipto é nativo da Austrália. Todo o trabalho computacional de anotação e de montagem do genoma será feito nos Estados Unidos. Os dados serão públicos e vão ser colocados na internet. “Isso será muito bom. Com as ferramentas genéticas que já temos, conseguiremos nos manter na liderança desse campo de pesquisas”, diz o cientista da Embrapa.
Mas… Sabe aquele sentimento de desconfiança? Será que não tem caroço nesse angú? Será que angú tem mesmo acento? Vou manter-me de orelhas em pé. =]